sábado, 21 de novembro de 2009

Lançamentos em Português D&D 4ª Edição pela Devir

Olá pessoal! Bem, como já sabemos a Devir é a editora detentora dos direitos de publicar em português diversos sistemas de RPG lançados no exterior. Assim, GURPS, Call of Cthulhu (que, parafraseando o Tio Nitro lá do Blog NitroDungeon-RPG Blog, será lançado no Brasil com um intervalo de 1 a 10 anos) e D&D, para citar alguns, só podem ser traduzidos pela Devir. Enfim, na Comunidade do Orkut D&D 4th - D&D 4ª edição há um Fórum "[Fixo] Canal Devir", no qual o Otávio Gonçalves, Editor da Devir do D&D 4ª Edição no Brasil, responde a perguntas lançadas pelos usuários do Orkut no Fórum, de acordo com as informações cedidas por ele compilei uma lista dos livros de D&D 4ª edição já lançados em português e as prováveis datas dos próximos lançamentos.

Segue a Lista:

==Já sairam em Português pela Devir:

Livro do Jogador

Guia do Mestre

Manual dos Monstros

Poder Marcial

==Aguardando lançamento pela Devir:

Arsenal do Aventureiro - Novembro/Dezembro de 2009

Escudo do Mestre - Antes do Natal de 2009

H2 e H3 estão atrasadas, mas talvez será lançado a H2 em Janeiro de 2010

Algumas Masmorras montáveis - Começo de 2010

Os 2 livros de FOrgotten Realms (Cenário de Campanha e Guia dos Jogadores) - começo de 2010

Livro do Jogador 2 - Março 2010

Dark sun Cenário de Campanha - Agosto de 2010

Manual dos Monstros 2 com certeza será lançado, mas sem previsão

Guia do mestre 2 não tem previsão, e poderá nem ser lançado

Mais informações aqui.

É isso aí! Até a próxima!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

[Reporte de Sessão - 3] Aventura: Antigos Mistérios

Olá pessoal! Aí vai o reporte resumido da Sessão 3 da campanha em Forgotten Realms, que tem a aventura inicial intitulada “Antigos Mistérios”. Espero que gostem!

Sessão 3 – Na Masmorra

“- Então vocês sabem!” Disse o Githzerai, “-Onde está aquele Gythiank?”

Os aventureiros disseram que eles não sabiam de nada e perguntaram se este Gythiank estaria na masmorra.

O githzerai falou que provavelmente sim e que o mesmo tinha roubado um artefato de sua cidade, ele veio com uma irmandade tentar detê-lo.

Daros com seus conhecimentos sobre planos viu que se tratavam de criaturas extraplanares do Limbo.

“-Por onde você entrou?” perguntaram.

“-Ora, pela entrada, sempre esteve aberta, como não sei se estão falando a verdade, estarei de olho em vocês” e dito isto saiu.

Os aventureiros seguiram pelos corredores da masmorra, sorrateiramente, até perceberem que na frente de uma passagem havia uma criatura grande, com cerca de 3 metros de altura, de quatro braços com garras descomunais, com o corpo negro e uma crista branca, bastante horrenda, talvez guardando a passagem.

Após pensar em um plano para atacar foram em direção à sala com as armas em punho e desferiram golpes usando suas armas de distância.

A criatura foi em direção aos aventureiros com velocidade, nenhum dos golpes acertou na criatura.

Após a batalha feroz deram cabo do ser, era um Draegloth. Daros sabia sobre este tipo de ser que surgia de rituais diabólicos dos Drow.

Seguindo por um longo corredor encontraram uma porta fechada, com tochas ao lado e abriram a mesma, sempre com as armas em punho.

Dentro da sala muitos livros, centenas deles, Daros ficou maravilhado com aquilo, no meio da sala, porém, um Doppelganger segurava um papel.

Os aventureiros partiram para o combate direto.

Deram cabo do Doppelganger rapidamente.

Após procurarem pela sala, por cima da mesa encontraram vários pergaminhos.

O pergaminho que o Doppelganger segurava lia-se:

“Ziala, Jilun já me entregou as informações, acabei de tirá-lo do caminho, ele e seus comparsas, eles entraram na masmorra, ela está bem protegida, estarei indo para o oeste, me encontre longe dos elfos e perto do inferno, estarei acima das cabeças.

Edynav”

Vários pergaminhos estavam presentes em cima de uma mesa, cada um dos aventureiros pegou um e leu em voz alta para todos, os pergaminhos diziam, sem ordem a ser percebida por eles:

“E os Sete Poderosos de outrora ousaram recompensar os desgraçados deste ínfimo lugar com sangue e choro e o que antes era bom se tornará desprezível.

Zorobabel, o bardo”

“Ainda há seis, ei de encontrá-los, conto com sua ajuda, tenho outros trabalhos a fazer antes deste momento.

Ziala”

“Achei o primeiro, está em Chult, vamos esperar e ver o que ele vai fazer.

Ziala”

“Um homem trará as informações de Ordulin, já está tudo certo. Mande alguns Doppelgangers para termos certeza de que recebamos os informes, não se preocupe com os espiões, estão seguindo para Cormyr.

Ziala”

“Edynav, preciso que seja firme, corrompa a mente das pobres criaturas, aça o que for necessário.

Ziala”

“E pensar que eu já fui uma dos Sete. Espero que eles não nos dêem muito trabalho. Notícias de Manautor, o anão? E de Grunair, o Bárbaro? Estou mais preocupada com esses dois.

Ziala”

“porque não procurar em Thay?

Ziala”

Após encontrarem 200PO em uma bolsa e um grimório antigo, além de um mapa da masmorra, os aventureiros partiram, vendo que tinha uma outra entrada ao Norte.

Passando em uma sala viram vários corpos em putrefação, entre eles estava Jilun e seus capangas que os aventureiros não tiveram dificuldade em reconhecer apesar das escoriações em suas faces.

Andando mais um pouco entraram em uma sala para ver o que havia nela.

Encontraram com um homem dentro da mesma.

Era Jilun!

Com alguns sussurros os aventureiros se perguntaram o que aquilo poderia ser? Viram Jilun morto há pouco.

Mas pensando bem aquilo poderia ser obra de Doppelganger.

Após um pouco de conversa para despistar os aventureiros o Doppelganger se transformou em sua forma original e chamou outros, gritando para a sala que ficava à frente.

Com doppelgangers flanqueando o grupo, ficou difícil ter um controle melhor da batalha, mas felizmente conseguiram matar dois e prender um.

Interrogaram-no.

O Doppelganger falou que eles eram como mensageiros de Edynav e que ele prometeu para eles o Anauroch, que fora antes terra de seus antepassados.

Daros com seus conhecimentos de história percebeu que não era verdade o que aquela criatura falava sobre seus antepassados, mas olhando em seus olhos era realmente o que aquele ser pensava.

Após matarem o Doppelganger seguiram para a saída.

Agora a masmorra se transformara em uma caverna natural, com um platô, por onde caminhavam e à direita um enorme paredão rochoso e à esquerda um grande fosso sem perspectiva de fim.

Após uma longa caminhada conseguiram sair da masmorra através de uma passagem parecida com uma gruta.

O sol já estava se pondo e o tom avermelhado do mesmo dava o ar de tristeza e desolação típicos dos desertos.

Emok, Daros e Emerus já haviam dito que deveriam ir para o Oeste, tentar encontrar Edynav no ponto em que ele pretendia encontrar-se com Ziala.

Nesse momento, quatro seres surgiram em sua direção, metade homem, metade escorpião, portando longas lanças e colocando-as na direção dos aventureiros indagaram o que eles estavam fazendo ali.

Estes disseram que estavam apenas perdidos.

Os homens-escorpião falaram que iam ter que levá-los até o seu chefe-shamã da tribo, pois se saíram por ali boa coisa não fizeram na masmorra de Edynav.

Então, caminharam. Foram escoltados para o Norte, dois homens-escorpião de cada lado da comitiva, até que os aventureiros pensaram e resolveram atacar.

Dividiram-se e cada uma das criaturas foram pegas desprevenidas.

O embate terminou com três mortos e um amarrado. Sendo que Yunero, o guerreiro mais forte da caravana, desferiu um golpe mortal que partiu uma das criaturas ao meio, separando sua parte humana de sua quelicerada.

Os aventureiros interrogaram a criatura perguntando qual a ligação deles com Edynav.

A criatura disse que Edynav havia prometido a eles, que se jurassem obediência, daria a terra que um dia foi de seus ancestrais, o Anauroch.

Daros então pensou que Edynav estava prometendo demais.

Decidiram soltar a criatura, pois era mais uma vítima dos planos de Edynav.

A criatura estava tão abatida que ficou ali deitada imóvel na areia.

Como a noite havia caído, rumaram um pouco para o Oeste, seguindo as lágrimas de Selûne*, e procurando encontraram um lugar para descansar e quem sabe fazer uma fogueira, pois o vento e o frio da noite do Anauroch estavam chegando. Felizmente encontraram uma reentrância em uma pedra na qual ficaram para passar a noite.

Assim se deu o fim do 7º dia de viagem.

Aguardem o próximo episódio.

* As lágrimas de Selûne, em Forgotten Realms, são as estrelas no céu.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Lançamentos D&D 4ª Edição para 2010

Olá pessoal! Bem, com vários livros de D&D da 4ª edição por sair, decidi postar quais os títulos estão confirmados para o ano que vem, juntamente com suas datas de lançamento. Os livros citados são suplementos com regras e/ou aventuras, não inclui os romances certo? Então, vamos à lista:

19/01 - Underdark e Player's Handbook races: Dragonborn

16/02 - Martial power 2

16/04 - Player's Handbook 3

20/04 - The plane above e Hammerfast

21/04 - Monster Manual: Streets of Shadow

18/05 - Dungeon Magazine Annual, Player's Strategy Guide e HS1 The Slaying Stone

15/06 - Player's Handbook races: tieflings e Monster manual 3

20/07 - Vor Rukoth: An ancient ruins adventure site, Tomb of horrors, HS2 Orcs of Stonefang pass e Demonomicon

17/08 - Marauders of the Dune Sea, Dark Sun Campaign Setting e Dark Sun Creature Catalog

Mais informações aqui.

domingo, 15 de novembro de 2009

[Reporte de Sessão - 2] Aventura: Antigos Mistérios

Olá pessoal! Segue o reporte da sessão 2 da minha mesa presencial em Forgotten Realms. Espero que gostem e que possam aproveitar tendo novas idéias para suas campanhas!

Reporte resumido da sessão 2 – A perseguição – Aventura: Antigos Mistérios

A perseguição continua noite e floresta adentro, é a noite do 4º dia de viagem.

Todos se perdem de vista dos aventureiros.

De repente Emok aparece pela estrada.

Diz que deixou Eguuig na cola de Jilun e voltou para ajudar e guiar os aventureiros.

Não há tempo para explicações, elas deverão vir depois.

Rastreando as pegadas dos cavalos é possível continuar a perseguição.

Em um movimento brusco o rastro dos cavalos saem da estrada principal e entram à esquerda em uma pequena trilha.

Os aventureiros seguem por ela.

Como em um sonho tudo fica escuro, acima, abaixo, ao lado, à frente e atrás dos aventureiros.

Emerus conjura luz, mas não surtiu efeito, permanecendo tudo negro ao redor.

Uma sensação estranha toma conta de seus corpos.

Quando de repente...

O sol escaldante surge acima deles, o chão que antes era de terra batida agora é de areia fofa, o frio da noite se foi, ficou o calor, sons de espadas se cruzam no ar, gritos e grunhidos vorazes vem aos ouvidos, o cheiro de sangue invade as narinas.

Os aventureiros percebem que estão no meio de uma batalha contra orcs. Estes estão atacando duas pessoas, que estão resistindo bravamente aos golpes.

Emok diz que é necessário ajudá-los.

Daros detecta magia e percebe que passaram por um portal.

Arwen diz que estão no meio do Anauroch, segundo seus conhecimentos de natureza.

A batalha continua sangrenta.

No meio da batalha Emok avista Jilun com seus comparsas e Eguuig atrás, subindo em uma duna ao longe.

Após vencerem todos os orcs os aventureiros perguntam quem são os dois que lutavam.

Eram uma Aazimar paladina chamada Elle e um ladino humano, chamado Eremes.

Ambos se conheceram em alguma estalagem e passaram a andar juntos em busca de aventura, até o dia em que viram uma tribo orc pilhando um pequeno vilarejo ao leste do Anauroch, seguiram a tribo até ali pensando em fazer uma emboscada, mas a batalha já estava seguindo por caminhos nada bons, até a chegada inesperada dos aventureiros.

Depois, seguiram a cavalo rastreando os perseguidos e trocando mais informações.

Emok explicou para o grupo que ele e Eguuig são Agentes Harpistas, estavam infiltrados na comitiva da caravana, pois espiões harpistas já sabiam que Jilun estava em poder de informações militares de Ordulin, mas esperava chegar até o Anauroch para revelar isso aos aventureiros e contar com a ajuda deles para deter Jilun.

Pela tarde avistaram um ponto ao longe, parecia um buraco.

Eguuig esperava os aventureiros na frente da entrada do que parecia uma masmorra subterrânea. Jilun e seus capangas entraram lá.

Deixaram os cavalos e entraram.

Emok pediu a Eguuig que fosse avisar os Altos Harpistas que ia entrar naquela masmorra.

Tudo estava calmo na masmorra, mas um cheiro de sangue, urina e suor predominava. A entrada fechou atrás dos aventureiros.

Um pouco mais dentro encontraram um Leão Atroz que os farejou, estava pronto para atacar.

Após derrotarem o leão e em uma outra sala encontraram com uma espécie de Beholder, mas que Daros disse ser um Tirano Ocular, não os atacou, mas encheu de perguntas. Era um guardião de algo. Ele perguntou se tinham ordens de Ziala.

Como na tinham decidiram voltar.

Voltaram por um outro caminho e encontraram com dois Leões Atrozes, após uma batalha sangrenta a qual terminou com Yunero prostrado cheio de ferimentos, os Leões Atrozes foram mortos.

Após se recuperarem e prestarem primeiros socorros a Yunero e Emok os aventureiros descançaram em uma sala vazia, alternando os turnos de guarda.

Eles não sabia que se era dia ou noite, mas era o final do 5º dia de viagem.

Uma semana após o início da viagem.

Os aventureiros se levantaram, comeram alguma coisa e avançaram masmorra adentro.

Em um corredor cheio de salas ativaram uma armadilha, na verdade era um sino que chamou a atenção de vários orcs que correram para o corredor a partir das salas.

Após muitos gritos de “Salve o templo” ou “Pela nossa Deusa” em orc os aventureiros mataram a todos à exceção de um que interrogaram.

O orc revelou que serviam a uma deusa e que Edynav era o senhor da masmorra.

Disse ainda que seria possível encontrá-lo, seguindo por dois caminhos, um cruel e outro mortal.

Os aventureiros optaram pelo caminho cruel, então o orc apontou por um corredor.

Entrando pelo corredor avistaram um grande salão.

Um pouco antes de chegar no salão, ainda no corredor, parou uma criatura na frente dos aventureiros e falou: “-Então, vocês sabem!”.

Era um Githzerai.

Aguardem o próximo episódio.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

[Tradução] Salamandra Congelante - Frost Salamander

Olá pessoal! Seguindo as traduções de monstros que nunca seriam traduzidos dos Monster Manuals de D&D 3.5, apresento a Salamandra Congelante (Frost Salamander), uma besta mágica de ND 7, ideal se sua campanha for no subterrâneo ou em uma área congelante. Espero que gostem.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

[Reporte de Sessão - 1] Aventura: Antigos Mistérios


Olá pessoal! Como vocês estão? Espero que estejam ótimos. Bem, atualmente não estou com muito tempo para escrever narrativas muito apurados sobre as sessões de RPG que mestro, então estarei postando os reportes de sessão em formato resumido, quem sabe futuramente eu possa ampliar essas descrições. Mas espero que aproveitem, espero também que sirva como idéias para os seus jogos.

É isso aí!


Reporte resumido da sessão 1 – Aventura: Antigos Mistérios


Em Ordulin, capital de Sembia, uma caravana está prestes a partir.

O caravaneiro Jilun está no meio da rua gritando e contratando jovens aventureiros para fazer a segurança de sua caravana.

Enquanto isso vários trabalhadores carregam as carroças com mantimentos e vários tipos de objetos.

Conforme os aventureiros aparecem eles são levados até uma carroça que estava vazia e lá fazem a sua apresentação.

Neste dia Jilun se apresenta aos aventureiros Daros, o mago; Yunero, o guerreiro; Emerus, o clérigo e Arwen, a druida. Estes permanecem um bom tempo na carroça conhecendo-se.

Chegada a hora Jilun convida a todos para jantarem juntos.

Os aventureiros conhecem Emok, um humano muito bruto e sem modos que aparentemente não vai com a cara dos aventureiros e Serog, um jovem tímido e muito atrapalhado.

Ao final do jantar Jilun oferece quartos em uma hospedaria, para que todos possam dormir confortáveis e prontos para a viagem que se iniciará no outro dia bem cedo.

Ao amanhecer a caravana sai de Ordulin com destino a Yulash, para isso precisarão atravessar Cormanthor. A caravana é constituída por seis carroças e cerca de 25 cavalos.

À tarde do primeiro dia de viagem a caravana encontra vários Orcs, aproximadamente 20 deles, com um Ogro acorrentado. Tentam intimidar o grupo para saquear, mas não surtiu muito efeito e iniciou-se o combate.

Os aventureiros matam todos os Orcs e o Ogro.

Emok não acha grande coisa o que os aventureiros fizeram.

No segundo dia de viagem a caravana atravessa o a ponte do Rio Ashan.

Pela tarde deste dia já nos primórdios do que é a extensa floresta de Cormanthor a caravana encontra um velho que caminha lentamente na direção contrária a eles, o velho diz que estava indo na cidade mais próxima (provavelmente Ordulin) comprar um pouco de comida e talvez um pouco de vinho para as noites frias, o velho diz ainda que mora só e nas proximidades de Essembra. Emerus, o clérigo, compadece-se do senhor e propõe à caravana que acolham o mesmo, dando um pouco de comida e vinho, e levem-no para sua casa, uma vez que uma caminhada daquela distância para um velho como ele poderia significar sua morte, ou uma caminhada de uma a duas semanas.

O velho passa a ser levado pela comitiva.

No final desta tarde o grupo é atacado por um lobo atroz, mas Arwen de alguma forma faz com que o lobo vá embora sem causar danos ao grupo, provavelmente utilizando de suas habilidades de druida.

Na manhã do terceiro dia de viagem, ainda no acampamento montado na noite anterior, alguém encontra Serog morto.

O velho também se encontra desaparecido.

Conforme vão avançando pela floresta os aventureiros sentem que podem estar sendo observados, mas poderá ser apenas uma sensação.

A comitiva prossegue caminho, passam por Essembra, mas a cidade está totalmente sem vida, não há ninguém pelas ruas e a cidade está silenciosa.

No final da tarde deste dia um enxame de centopéias ataca o grupo, após uma penosa batalha os aventureiros conseguem destruir as centopéias.

A noite cai e os aventureiros ainda se encontram na floresta de Cormanthor.

No outro dia, sendo o quarto dia de viagem, outra pessoa é encontrada morta logo cedo.

As pessoas estão apreensivas.

Os aventureiros acham muito estranho tudo aquilo.

Arwen entra na cabeça de seu lobo e pede que ele fareje a área do acampamento para ver se alguém entrou ou saiu da mesma.

O lobo não percebeu nada. Não há sinais d entrada ou saída de ninguém do acampamento.

Arwen argumenta que o assassino só poderá estar entre as próprias pessoas da comitiva.

Daros pergunta a Jilun quais as pessoas que ele menos confia ou que está a menos tempo com ele.

Jilun diz que Emok e Eguuig, um outro trabalhador, estão há apenas quatro meses com ele na caravana.

Os aventureiros suspeitam de Emok e de Eguuig.

A viagem prossegue conforme o combinado, exceto pelas expressões de pesar e de preocupação das pessoas.

Nesta noite, após pararem e armarem o acampamento Emerus convoca a todos para que se sentem em volta da fogueira.

Emerus pretende interrogar a cada um da caravana.

Até agora ninguém sabe sobre a argumentação de Arwen sobre o assassino.

Emerus, então, conjura na área Zona da Verdade.

Após um longo debate entre os aventureiros e caravaneiros um estranho Doppelganger se faz descobrir.

O ser argumenta que procura informações que estão com o chefe da caravana e que é de muita importância para ele.

Neste momento Jilun, mais que depressa, sai correndo e pegando dois cavalos parte em disparada pelo caminho.

Mais duas pessoas da caravana fazem o mesmo e vão atrás de Jilun.

Emok e Eguuig, de maneira surpreendente, também correm em direção aos cavalos, mas ambos chamam os aventureiros e falam que é preciso que eles venham atrás de Jilun e de seus dois comparsas.

Os aventureiros se vêem em um turbilhão de pensamentos e de sentimentos.

O Doppelganger se lança a frente e após golpes dos aventureiros e algumas esquivas da criatura ela sai em disparada correndo atrás de Emok e Eguuig.

Os aventureiros sem pensar muito e sem saber muito bem o que fazer pegam alguns cavalos e partem em disparada rumo à perseguição.


O que será que acontecerá a partir de agora?

Veremos no próximo reporte de sessão!

Aguardem!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Jogadores e Personagens - Aventura: Antigos Mistérios




Aline - Arwen Undomiel – Elfa da lua, druida de 3º nível

Daniel - Daros Dinsdale – Humano, mago de 3º nível

Marcella - Elle Gins – Aasimar, paladina de 3º nível

João - Yunero Kao Harva – Humano, guerreiro de 3º nível

Mariano - Emerus Jardok – Humano, clérigo de 3º nível

Porque Dragões?

Dragões são tidos como as mais poderosas criaturas mundanas existentes no imaginário das pessoas. O seu poder e a aparente imortalidade desperta a imaginação de todos. São por esses motivos que nada como um dragão para representar todos os mundos de fantasia medieval e nos remeter à idéia de temor destes poderosos seres.

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